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VITOR AROUCA
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Mobilidade
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OPINIÃO | Uma série de serviços públicos não garantem o acesso a todos
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Numa altura em que se investem cerca de 2,5 milhões de euros na Requalificação Urbanística da Zona Poente da Vila de Arouca, Arouca enquanto vila e concelho continua a assistir a muitos casos em que pessoas com mobilidade reduzida continuam a se deparar com barreiras para circular, ou aceder a serviços. São muitos os exemplos com que nos deparamos diariamente nas mais diversas freguesias do concelho e apesar de tanto investimento, também na zona urbana da Vila de Arouca. Na circulação assistimos a passeios que apresentam deformações consideráveis, árvores cujas raízes cresceram demasiado e levantam os pavimentos, sinalização e mobiliário urbano aplicados em passeios estreitos e de forma incorrecta, falta de limpeza, acesso a passadeiras sem rebaixamento dos passeios, passeios com pavimentos podotáteis a guiar invisuais para travessias sem passadeiras existentes. Quanto aos serviços, assistimos a uma série de serviços públicos que não garantem o acesso a todos. Finanças, Tribunal e até a Câmara Municipal, que deveria ser aquela que daria o exemplo no que a este tema diz respeito, apresentam graves deficiências no acesso de pessoas com mobilidade reduzida não dando cumprimento à legislação em vigor, o que não deixa de ser caricato. Os recintos desportivos existentes, bares, restaurantes e lojas em muitos casos não garantem esse mesmo acesso. Muitos destes casos na minha opinião seriam de resolução simples, com um investimento residual e que seriam sem dúvida uma mais-valia no sentido de termos um concelho de Arouca mais inclusivo, com maior e melhor mobilidade para todos.
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