FUTEBOL
 
UD Mansores recebe o U. Lamas: treinador Rui Rocha promete dedicação
 
Rui Alexandre Rocha falou ao RV
Antevisão da época desportiva 2022/2023, que começa domingo
 
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De regresso à Divisão de Elite – Campeonato Sabseg - da AF Aveiro, a União Desportiva de Mansores apronta-se para o primeiro duelo da temporada, já no próximo domingo. Jogo grande é esperado no Estádio das Relvas, na receção ao candidato União de Lamas, clube que parte altamente determinado em conquistar a subida ao Campeonato de Portugal. 
Novamente entre os maiores da principal divisão do futebol aveirense, a UD Mansores vai tentar «fazer o que nunca foi feito», garantir a manutenção. É esta a meta da equipa liderada por Rui Alexandre Rocha, o treinador mansorense que à beira de celebrar 43 anos assume com clarividência e energia a nova missão desportiva, depois de na época anterior ter recolocado o emblema de Mansores no novo mapa do futebol distrital.
Devido a outros compromissos da colectividade, a UDM tentou o adiamento do jogo de abertura do campeonato agendado para este domingo, 25 de Setembro, mas a solicitação não teve eco favorável. Sobre a nova condição e os anseios renovados do grupo mansorense, RODA VIVA falou com o timoneiro da equipa, Rui Alexandre Rocha.

Como encara este terceiro regresso do Mansores à Elite da AF Aveiro?
«O período festivo de subida de divisão já passou há algum tempo. A mudança de competição é enorme. Estão presentes equipas com historial enorme e outras que estão a investir muito para ascender Campeonato de Portugal. O nosso objetivo é fazer o que nunca foi feito – tentar aguentar o Mansores nesta divisão, pois nas duas vezes anteriores não conseguiu a permanência.»

Que ideia tem do actual modelo competitivo?
«O formato competitivo não é vantajoso para as equipas que não têm tantas opções nem uma estrutura tão forte. A zona norte é, à partida, a mais forte, mas nós temos trabalhado bem e preparamo-nos para fazer o melhor possível, dentro das nossas possibilidades de formação do plantel. Neste campeonato vamos ter três ou quatro equipas muito fortes e as outras muito equilibradas e igualmente fortes. Este campeonato é curto e creio que se vai pautar pelo equilíbrio e forte competitividade.»

Que critérios orientaram a formação do plantel?
«Procuramos garantir desde cedo a permanência daquele grupo de jogadores que considerávamos mais fortes e com capacidade para jogar numa divisão de Elite. Não conseguimos segurar todos, mas seguramos a maioria. Este campeonato exige um leque de opções mais forte e fomos também à procura de reforços para lugares onde estávamos mais necessitados, fazendo escolhas que conciliassem os interesses e a disponibilidade financeira do clube com as necessidades do plantel. Foi um plantel escolhido pela equipa técnica. É óbvio que não foi possível contratar todas as primeiras opções que gostaríamos. Mas estou satisfeito. Temos um plantel mais equilibrado, mais forte e vamos ver se conseguimos o objetivo, que é a manutenção.»

O adiamento da primeira jornada acabou por não acontecer. Isso condicionou a preparação da pré-época?
«Adiamos o início dos trabalhos por uma semana, acreditando que o primeiro jogo a 25 de Setembro seria adiado e que jogaríamos apenas no dia 2 de Outubro [data da 2ª jornada]. O Mansores tentou antes do sorteio sensibilizar a AFA para considerar a situação do Mansores e no dia do sorteio [23 de Outubro] tentou adiar o jogo junto do adversário, mas notou-se logo aí alguma resistência. Fizemos menos treinos do que o previsto e houve necessidade de fazer alguns ajustamentos, com duas semanas mais intensas, de seis treinos para tentar minimizar essa diferença. Espero que seja o suficiente.»

Receber o U. Lamas, um dos mais fortes candidatos à subida de divisão. Não é o adversário que desejava para começar o campeonato…
«Para quem acompanha o futebol distrital, é do conhecimento público que o U. Lamas fez um grande investimento, reforçou-se muito e alterou algumas peças para melhor. Quando uma equipa como o Mansores entra logo a competir contra um dos principais candidatos… Mas, por vezes, a componente psicológica pode ficar melhor ao saber-e;ximos quatro anos, pois sinto o carinho e o apoio dos arouquenses igual ao dos primeiros dias", revelou o ainda presidente da autarquia.
Utilizando uma linguagem associada às agências de notação financeira, recordou que o "município de Arouca seria triplo A, tal é a solidez das nossas contas, em contra-ciclo com o país e com a grande maioria dos municípios portugueses".
Comparando com os 16 municípios que integram a Área Metropolitana do Porto, Neves afirmou que Arouca tem as mais baixas taxas de impostos directos (IMI, derrama, água...). O segredo para o sucesso da "boa gestão da autarquia estão no trabalho, rigor, seriedade e competência das contas que fazenos todos os dias".
Recordou ainda os avultados investimentos feitos na autarquia ao longo dos últimos dois mandatos nas mais diversas áreas. Desenvolvimento económico, emprego, agricultura, flooacute;nia (Escola "Publiczna Szkola Podstawowa, em Kluczborku), entre os dias 13 e 18 de Março, já com os alunos a integrarem as comitivas
dos vários países parceiros. Acompanhadas pelas docentes que compõem a equipa de trabalho (Manuela Belém, Isaura Ventura, Márcia Ferreira, Fátima Carmo e Olga Soares) representaram a Escola Secundária
quatro alunas do Ensino Básico e Secundário: Maria João Brandão, Helena G exež¡Qé
 
Arouca

Domingo, 27 de Novembro de 2022

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