PRIMEIRA LIGA
 
Casa Pia 0-0 FC Arouca
 
Tiago Esgaio
Encontro repartido, mas as melhores aproximações para golo foram da equipa amarela
 
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5ª jornada - 20 de Agosto 2022
Jogo no Estádio do Jamor
Árbitro - Carlos Macedo (AF Braga), auxiliado por Nélson Cunha e Ângelo Carneiro.
VAR - Rui Oliveira (AF Porto)
Espectadores: 1082

Casa Pia - Ricardo Batista; João Nunes, Vasco Fernandes e Zolotic (Fernando Varela, 78); Ângelo Neto (Yan Eteki, 70), Afonso Taira, (Romário Baró, 61), Luas Soares e Leonardo Lelo; Kunimoto Léo Natel, 78), Godwin e Rafael Martins (Clayton, 70).
Suplentes não utilizados: Lucas Paes, Eduardo Ferreira, Bolgado e Anderson Cordeiro.
Treinador: Filipe Martins

FC Arouca - Zubas; Tiago Esgaio (Milovanov, 87), Basso, Opoku e Quaresma; Soro (Moses, 86), David Simão e Alan Ruiz (Vitinho, 70); Bukia, Mújica (Antony, 61) e Arsénio (Sylla, 70).
Suplentes não utilizados: Arruabarrena, Rafael Fernandes, Busquets e Pedro Moreira.
Treinador: Armando Evangelista


Um ponto motivador para as próximas etapas

Num jogo que parecia destinado a terminar empatado, o Arouca trouxe um precioso ponto do Jamor. Um resultado bem ajustado ao desempenho global das duas equipas. Melhor o Arouca na primeira parte, com melhor circulação e posse de bola e até com a única oportunidade de golo num remate de Mújica a rasar o poste. Faltavam melhores definições no último terço, a que uma tarde absolutamente desinspirada de Bukia - permanentes as perdas de bola e as falhas nas linhas de passe - não ajudou. Ao intervalo o Arouca - que estreou o internacional lituano Emilijus Zubas na baliza - mostrava que podia pontuar frente a um Casa Pia que até aí nunca se encontrou.

Defender espreitando as transições

O intervalo fez bem aos casapianos, que voltaram ao relvado mais intensos e agressivos no jogo. A eqanseia pela construção do auditório municipal, com capacidade para receber um grande número de espetadores e espetáculos de diverso tipo. É um desejo coletivo com pelo menos duas décadas e ainda por materializar.
O projeto chegou a ser anunciado em 2008, a nascente do Museu Municipal. Dois anos depois, aquando da reformulação da escola secundária, acreditava-se que o pavilhão gimnodesportivo, dotado das necessárias condições funcionais e acústicas, seria alternativa. Em 2011, com o pedido de ajuda internacional e suspensão de novos investimentos públicos, o projeto tornou-se um desejo longínquo.
Animados pelas autárquicas de 2021, e talvez pelos fundos do PRR, várias candidaturas voltaram ao tema e prometeram que seria concretizada a obra. Estamos há 20 anos a pensar esta necessidade. Contudo, não foram duas décadas sem concertos, teatro ou espetáculos de dança, por não existir a infraestrutura.
Coloca-se a questão: Arouca precisa mesmo de um auditório?
Não precisa assim tanto se este servir para receber dois/três concertos de orquestras sinfónicas, uma ou outra companhia de teatro ou um ocasional espetáculo de dança. O investimento seria desproporcional e, para isso, poderemos optar por espetáculos ao ar livre, na praça, em pleno verão.
Conclusão: Não precisamos de um auditório se este não for agregador e dinamizador da cultura Concelhia. Porém, se a pergunta for: Precisamos de um centro de artes - com auditório polivalente, espaços de ensaio, oficinas criativas e salas de ofícios e artesanato - onde possam coexistir diversas instituições? A resposta é: Sim, claro que precisamos!
Precisamos de um centro de incubação de arte que crie comunidade. Precisamos de um local que estimule sinergias entre associações de teatro, dança, música, artes... Precisamos de um centro que fomente a dinâmica social e coloque os arouquenses a querer inovar, produzir e ser criativo. Precisamos de uma estrutura que possa ser sede de grupos já existentes e que estimule a criação de novos (como grupos de teatro, corais ou de pintura, bandas ou associações juvenis). Precisamos de uma infraestrutura que agite; que permita partilhar saberes e vivências. E seria ótimo articular a proposta de um auditório com o arquivo municipal.
Mais do que um (simples) auditório precisamos de um equipamento cultural, versátil e com programação regular, que permita preservar, estimular e difundir a identidade de Arouca, o seu dinamismo associativo, a sua cultura característica e a sua história singular.

[a ler]: As Cidades Invisíveis - Italo Calvino
Neste livro o personagem Marco Polo descreve a Kublai Khan as várias cidades que visitou na sua viagem pelo mundo. Porém, cada cidade é um traço de personalidade de uma sociedade, uma mera perceç

 
Arouca

Domingo, 27 de Novembro de 2022

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"Quero ser sepultado com a farda dos Bombeiros Voluntários de Arouca"

Arlindo Soares, primeiro instrutor dos BVA, em entrevista ao RV

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