ECONOMIA
 
Alvarenga: copo vazio de cerveja
 
Estado actual da 'Fábrica de Cerveja Santa Cruz de Alvarenga'
Um ano depois da 'primeira pedra', fábrica que iria empregar 13 funcionários ainda é uma miragem
 
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7 de Setembro de 2016: lançada a primeira pedra da construção da Fábrica de Cerveja Santa Cruz de Alvarenga. Um ano depois, o empreendimento não passou das terraplanagens.
"Está muita gente envolvida neste projecto, não estamos aqui sozinhos. Muita gente acreditou em nós. Até agora as coisas estão a correr bem. É aqui em Alvarenga que o projecto começa. É um projecto grande. Não sou o primeiro a investir na freguesia, alguns mais novos que eu já o fizeram. Espero contar com a ajuda do meu avô para escolher a melhor água. Estamos com uma coragem e um empenho muito grande". Heitor Soares Morgado, o promotor, da empresa Roteiro Platina - Unipessoal, Lda., discursava nesse dia simbólico na zona industrial de Alvarenga.
Faz precisamente amanhã um ano que estas palavras foram proferidas pelo jovem empresário com raízes familiares em Alvarenga, numa cerimónia com pompa e circunstância, que contou com a presença do então Secretário de Estado da Indústria, João Vasconcelos, e de outras entidades, nomeadamente, Artur Neves (CMA), Luís Filipe Teles (JF Alvarenga) e Bruno Teixeira (AECA).
Aquele vultuoso investimento a realizar na Zona Industrial local, de quase 2,2 milhões de euros, viu a candidatura ao programa FEDER (2020) sido aprovada em duas operações - 1.416.600 euros ("Criação e capacidade competitiva da empresa para a produção de um novo produto - cerveja de conceito artesanal") e 92.491 euros ("Design"). Foi ainda contemplada com mais 141.660 euros pela Agência para a Competitividade e Inovação (IAPMEI). A somar a tudo isto, o apoio da edilidade na venda e terraplanagem do terreno onde iria ser erigida a fábrica. O Gabinete Via Verde da autarquia recepcionou o projecto em Agosto desse ano e dava o 'ok' pouco depois.
Na mesma cerimónia de lançamento da primeira pedra, Heitor Morgado afiançava que a mesma estaria a laborar no primeiro trimestre deste ano (2017) e que a unidade fabril arrancaria com 13 funcionários, aumentando para 15 em dois anos.
Mais declarações da época: "No início, a produção andará nos 20 mil litros de cerveja por mês, mas a capacidade instalada permitirá um máximo de 80 mil litros. Temos como objectivo exportar 70 por cento da produção, atingindo um milhão de euros de facturação no primeiro ano", assegurava-se à comunicação social presente no evento. "Vamos criar uma cerveja a sério, ou até várias cervejas!". JCS 2017-09-06

(RODA VIVA está a recolher declarações do promotor, da Câmara Municipal e da AECA, pelo que a notícia terá mais desenvolvimentos na próxima edição impressa do jornal)
 
Arouca

Terça, 21 de Novembro de 2017

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