SOCIEDADE
 
“Jornadas” apresentam os craques arouquenses do mundo da ciência
 
Sobrinho Simões foi um dos principais oradores
Primeira edição do encontro para partilhar o gosto pela busca de conhecimento e fazer nascer novas vocações | NOTÍCIA COM MAIS DE 1200 VISUALIAZÇÕES
 
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A primeira edição das "Jornadas de Ciência de Arouca" apresentou anteontem os percursos académicos, de investigação e profissionais de 14 antigos alunos da Escola Secundária de Arouca (ESA) que se tornaram cientistas.
"Partilhar o gosto pela ciência e difundir as boas práticas" é o objectivo do evento organizado pelo Agrupamento de Escolas de Arouca (AEA) e pelo Círculo "Mais Democracia" que prosseguiu durante o dia de ontem.
Os trabalhos iniciaram-se com a apresentação dos "Investigadores Arouquenses no Mundo", entre os quais os microbiólogos Nuno Cerca e Adelaide Almeida, actualmente a desenvolverem investigação nas universidades do Minho e Aveiro; a designer de bio-processos Rafaela Tavares, que trabalha na Holanda; a bióloga especialista em parede celular vegetal Ana Figueiredo, da Universidade de Campinas, Brasil; o investigador de epigenética e células estaminais Simão Rocha, da Universidade de Lisboa; o físico de quântica experimental Rui Vasconcelos, da Universidade de Viena, Áustria; e o físico Filipe Costa, do IST, especialista em Teoria da Relatividade Geral.
"Nem sempre tive certezas", acentuou Rafaela Tavares, a respeito do seu trajecto académico e do trabalho que vem realizando. Afirmou a importância de uma postura pro-activa que "tenta" e "testa", na busca dos melhores caminhos.
À plateia de jovens alunos, avisou que uma carreira na ciência os obrigará ao abandono do que chamou de "zona de conforto".
Já a bióloga Ana Pereira testemunhou que "sempre soube" que o mundo das plantas seria a sua área de acção. Estudante e profissional que andou pela Alemanha e Itália, realçou que a internacionalização "é muito importante" para quem quer trabalhar neste domínio do saber.
Nuno Cerca tinha antes referenciado um trajecto como microbiólogo que o levou da condição de estudante/"jogador" à de docente/"treinador" que coordena equipa de doutorandos investigadores. Também ele, que esteve nos Estados Unidos e na Austrália, enfatizou a importância da permanente busca de conhecimentos, onde quer que eles estejam.
Na sessão de abertura, Adília Cruz, directora do AEA, acentuou a importância de se "estimular a curiosidade" dos jovens estudantes, para que se lancem na realização de "coisas novas". Salientou que o agrupamento tem privilegiado "as parcerias com instituições de renome".
Coube ao presidente da Câmara, Artur Neves, sublinhar que a Secundária arouquense "é uma escola de referência" na promoção do conhecimento científico, ostentando diversos "prémios internacionais" no seu currículo.
O programa de ontem arrancou às 09h00 com o painel "Comunicar: Da Literatura à Ciência", que contou com as intervenções do biólogo Júlio Borlido Santos, do escritor Richard Zimler e do cientista Alexandre Quintanilha.
No resto do dia foram apresentados "trabalhos dos futuros cientistas da Escola Secundária de Arouca" e decorreram workshops sobre ciência.
O evento repartiu-se por três espaços do concelho: a secundária, a loja interactiva de turismo e o Terreiro de Santa Mafalda, junto ao Convento de Arouca. AOS 2015-12-20

 A Escola Secundária de Arouca inaugurou uma Oficina da Ciência, equipada com o dinheiro dos prémios que os alunos ganharam em Portugal e no estrangeiro.

A oficina tem um laboratório com o nome de Ilídio Pinho, em homenagem ao criador da fundação que tem vindo a "promover a ciência e a inovação" desde 2002. Um dos objetivos é apoiar a "formação científica das novas gerações" através do Prémio "Ciência na Escola". Galardão que já distinguiu os alunos da Secundária de Arouca por sete vezes, entre 2004 e 2015, o que, contas feitas pelo presidente da Fundação Ilídio Pinho, representa 83 450 euros conquistados, dinheiro que é investido em equipamento e iniciativas escolares.

 

 
Arouca

Segunda, 08 de Agosto de 2022

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A Frase...

"O grande objectivo desta fusão (Arouca e Vale Cambra) é ganhar escala e crescer, pois o mercado assim o exige"

Manuel Duarte, presidente da administração da nova Caixa Agrícola Terras de Santa Maria, em declarações ao RV

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