SOCIEDADE
 
Jornadas debateram o futuro da floresta de Arouca
 
Conferência e debate decorreu no auditório da Loja Interactiva Turismo
Os testemunhos dos movimentos Matéria-Prima e Gaio provaram que os cidadãos podem fazer a diferença na reabilitação e preservação | NOTÍCIA COM MAIS DE 1800 VISUALIZAÇÕES
 
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A floresta, que é em Arouca um importantíssimo recurso natural e de dinamização económica, foi o tema das "Jornadas da Floresta: a floresta e os incêndios" que decorreram no passado fim-de-semana, dias 24 e 25 de Março. No auditório da loja interactiva de turismo de Arouca, falou-se do passado, do presente e sobretudo do futuro da floresta. Partilhou-se conhecimento entre quem melhor conhece as dinâmicas locais e renomados especialistas na matéria.
No primeiro dia, os agentes locais realçaram a riqueza da floresta de Arouca, ao nível ecológico, económico e sociocultural e apontaram soluções para uma maior valorização e rentabilidade. Falou-se de exploração florestal e de valorização energética dos sobrantes, de aproveitamento integrado de recursos florestais e de desenvolvimento rural sustentável, nomeadamente através da certificação florestal. O futuro, a gestão partilhada (pública, colectiva e individual) foram os motes para a intervenção dos especialistas. Já os testemunhos de representantes dos movimentos Matéria-Prima e Gaio provaram que os cidadãos podem fazer a diferença na reabilitação e preservação da floresta.
A partilha de conhecimentos e opiniões continuou ao longo do segundo dia. Sete meses após o grande incêndio que assolou o concelho de Arouca, o debate centrou-se na importância de aprender com as crises. Agentes locais e especialistas falaram da evolução das formas de combate, do envolvimento bem-sucedido das populações na prevenção e combate aos fogos e de estratégias para reduzir a acumulação de combustíveis, nomeadamente o fogo controlado. Presente esteve sempre a ideia de que o futuro da floresta depende de todos, que o processo legislativo neste sector deveria ser mais participativo e que os municípios deveriam ter mais competências para actuar na fiscalização e ordenamento do território florestal. 2017-03-27

(mais desenvolvimentos na próxima edição impressa do RODA VIVA jornal)

 
Arouca

Terça, 21 de Novembro de 2017

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"Um apicultor tem que ter grande paixão pelas abelhas, mesmo depois de algumas picadas!"

António Azevedo, produtor de mel em Arouca, em entrevista ao RV

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