CULTURA
 
Jovem autora arouquense lança 'Poesia Silenciosa'
 
A autora entre Rosa Sousa e Margarida Belém
Cátia Cardoso é aluna do 12º ano do Curso de Línguas e Humanidades, para quem a fonte da escrita reside num silencioso impulso criativo | NOTÍCIA COM MAIS DE 1900 VISUALIZAÇÕES
 
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Cátia Cardoso apresentou ontem, na Biblioteca Municipal de Arouca, ‘Poesia Silenciosa', uma colectânea de belíssimos poemas que assinala a estreia literária desta jovem arouquense de apenas 17 anos, residente no lugar de Gamarão-Canelas e estudante no Agrupamento de Escolas de Arouca. A apadrinhar o lançamento da nova obra estiveram Margarida Belém, vereadora da Educação e Cultura e vice-presidente da Câmara Municipal de Arouca (que patrocinou a presente edição), e Rosa Sousa, docente de Filosofia.
"Para nós, autarquia, é um gosto imenso apresentarmos não só mais um livro - temos apresentado imensas publicações de autores arouquenses ou autores com ligação ao território de Arouca - mas especialmente porque estamos a falar de uma obra de uma jovem de 17 anos, algo que não é muito comum. Foi também com muito agrado e com muita surpresa quando recebi a Cátia no meu gabinete... veio sozinha, pedir a colaboração para promover o seu livro. É um sinal de que é uma jovem muito determinada e ter conseguido editar ‘Poesia Silenciosa' é igualmente um testemunho de que irá longe."
Na apresentação do livro esteve Rosa Sousa, ex-professora de Filosofia da autora, que caracterizou como "uma jovem com uma determinação invejável, dotada de uma utopia sonhadora". "Nós, professores, procuramos sempre que os alunos sejam bons alunos mas sobretudo pessoas de excelência. Na Cátia encontrei algumas dessas características". "Sempre senti que a Cátia tinha necessidade de escrever. Depois de a ler, sinto a poesia da Cátia como uma poesia de afetos", referiu a docente.
"A poesia está inevitavelmente presente nas nossas vidas", salientou a jovem escritora, aluna do 12º ano do Curso de Línguas e Humanidades, para quem a fonte da escrita reside num silencioso impulso criativo. "Escrevo apenas quando uma voz interior me manda escrever". "A minha relação com cada poema termina quando escrevo o último ponto final", elucidou, deixando que o tempo restante possa fluir na "liberdade de interpretação do leitor". MMS (texto e foto) 2014-11-29
 
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Segunda, 19 de Fevereiro de 2018

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